segunda-feira, 29 de abril de 2013

PROJETO CONHECENDO O TOCANTINS - ARTESANATO - CONTINUIDADE

Fonte: CD Brasil Visto do Espaço. MIRANDA, E. E. de; COUTINHO, A. C. (Coord.). Brasil Visto do Espaço. Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 2004

Já aprendi muito com o nosso Projeto Conhecendo o Tocantins: fiz um cartaz, observei fotos de artesanato do acervo O Jornal.

Fui com a Professora Dorinha e a minha turma do 1º Ano  até o Shopping Capim Dourado, lá conhecemos uma loja com diversos artesanatos feitos de Capim Dourado, compramos um livro.

Visitei com meus a Feira do Bosque, que fica na Praça do Bosque, lá eu conheci as variedades do Artesanato Tocantinense e diversos artesãos.

Dia 30 de Abril, encerraremos o nosso projeto com uma apresentação para todos os pais.

sábado, 27 de abril de 2013

ARTESANATO CRISTAIS

A região no estado que trabalha com o artesanato de cristal está entre as cidades de Cristalândia, Pium, Formoso do Araguaia e Duaré, que com a descoberta de jazidas do cristal de rocha (quartzo) em 1940, fez manar nessas localidades muitos garimpeiros, fazendo com que ocorresse o desenvolvimento dessas cidades.

No município de Cristalândia, conhecida como cidade dos cristais, foi construída uma beneficiadora com capacidade para até 600 kg de pedras; os maiores compradores dos cristais da região são a Alemanha e Portugal.

O quartzo é um mineral abundante e que pode ser utilizado como areia para moldes de fundição, fabricação de vidro, esmalte, saponáceos, abrasivos, lixas, fibras óticas, refratários, cerâmica, produtos eletrônicos, relógios, indústria de ornamentos; fabricação de instrumentos óticos, de vasilhas químicas e etc. É muito utilizado também na construção civil como areia e na confecção de jóias baratas, em objetos ornamentais e enfeites, na confecção de cinzeiros, colares, pulseiras, pequenas esculturas etc.

Hoje no Tocantins, o quartzo e o cristal podem ser encontrados em Paranã, Jaú do Tocantins, Araguanã, Xambioá, Dueré, Monte Santo, Ipueiras, Cristalândia, Pium e Araguatins.

http://cultura.to.gov.br
http://www.cooperativismo.org.br

t1noticias.com.br

ARTESANATO OURO

O artesanato com filigrana em ouro e prata é da cidade do meu pai , Natividade.


Natividade, é a cidade mais antiga do Estado do Tocantins, fica localizada na regiao sudeste do estado. A pequena cidade historica cravada aos pés de uma montanha, guarda uma reliquia secular herdada dos portugueses sobre a técnica da confecção de jóias artesanais com filigrana em ouro e prata. Esta técnica da filigrana atravessou séculos e tem se mantido viva pelas mãos de mestres ourives nativitanos. Peças feitas em filigrana, como o Coração Português, o Coração Nativo, o Colar Flor de Maracujá, são as mais tradicionais do lugar. A filigrana é a técnica de utilizar fios de ouro ou prata tão finos quanto os de um cabelo, que, entrelaçados e soldados, formam uma delicada renda, transformando-se em peças inteiras ou podendo ser aplicados como detalhes em outros objetos.  http://to.quebarato.com.br/natividade/joias- acesso dia 27.04.2013
http://www.monumenta.gov.br/site/?p=18

http://to.quebarato.com.br/natividade/joias-artesanais

http://to.quebarato.com.br/natividade/joias-artesanais

http://to.quebarato.com.br/natividade/joias-artesanais

http://to.quebarato.com.br/natividade/joias-artesanais

http://to.quebarato.com.br/natividade/joias-artesanais

http://to.quebarato.com.br/natividade/joias-artesanais

ehttp://to.quebarato.com.br/natividade/joias-artesanais

A arte

Mestre Juvenal é um dos mestres mais respeitados em seu ofício. Além de peças tradicionais, como o peixe articulado, cria com seus alunos jóias de rara beleza, não apenas pelo design, mas especialmente pelos detalhes feitos manualmente em fios de ouro ou prata. São corações, flores de maracujá e capim dourado, entre outros, reproduzidos para pingentes de colares, pulseiras, brincos e anéis.

http://cultura.to.gov.br/conteudo.php?id=53  acesso 27.04.2013

ARTESANATO INDÍGENA

Foto: Roseli - Exposição na SEDUC, do artesanato indígena pela Diretoria da Diversidade.

Foto: Roseli - Exposição na SEDUC, do artesanato indígena pela Diretoria da Diversidade.

A produção artesanal dos povos indígenas do Tocantins é rica, diversificada e se mistura ao cotidiano. É uma das mais belas e significantes expressões da nossa arte tradicional. O povo Iny é excelente artesão de arte plumária (confecção de haretôs, colares, brincos, braçadeiras e tornozeleiras), cerâmicas (potes, pratos, tigelas e bonecas ornamentais – ritxòò) e cestaria, que serve para transporte e armazenamento de mantimentos.

O Xerente (Akwê), considerado o povo do traçado, utiliza a seda do buriti e o capim dourado para a confecção de cestaria, bolsas e enfeites com sementes do capim tiririca (capim navalha), mulungu e sabonete.

Os timbira se destacam com o trabalho de brincos e colares feitos de sementes nativas e do bambuzinho; utilizam nos adornos as cores básicas – vermelho e preto – e confeccionam cestos com palha de babaçu. Os motivos dos adornos são representações do que existe na fauna, flora e no cotidiano.

Os conhecimentos tradicionais recebidos dos antepassados são transferidos para as gerações através da oralidade e da observação.

http://cultura.to.gov.br/conteudo.acesso 24.04.2013

ARTESANATO CERÂMICA

Aqui no Tocantins, há uma variedade do artesanato feito a base de cerâmica. Mas, o primeiro que eu conheci, foi um artesanato que minha mãe ganhou de presente de uma amiga dela, Luiza Brasileiro, lá do Lajeado, nós não conheciámos a história, ficamos impressionados com a riqueza que o Artesantato de Lajeado pode nos oferecer.

Distante 54 km da Capital tocantinense, Palmas, situa-se Lajeado, uma pequena cidade cercada por vários atrativos turísticos, como serras e cachoeiras, de onde sai um dos mais belos artesanatos da região. Sua cerâmica se destaca por um pequeno detalhe: depois da descoberta de dezenas de sítios arqueológicos na região, com o registro da presença humana em tempos pré-históricos através de pinturas rupestres e vestígios de cerâmica, seus artesãos passaram a trabalhar com os mesmos traços dos primeiros moradores da localidade.
Hoje, a cerâmica ganha tons avermelhados após levada ao forno é transformada em objetos ao mesmo tempo decorativos e utilitários. São jogos de pratos, panelas, jarros, copos, xícaras – mais de 50 itens que trazem detalhes com desenhos rupestres. Traços que se destacam pela simplicidade e delicadeza e demonstram o zelo dos artesãos que encontraram neste ofício a possibilidade de conquistar o mercado brasileiro e internacional. 
http://cultura.to.gov.br acesso dia 27.04.2013
 

Quando eu visitei a Praça do Bosque eu conheci outros tipos de artesanatos de cerâmica, veja:


 

 

ARTESANATO JATOBÁ

Na Praça do Bosque, eu conheci um artesão, Guilherme Santos, ele é de Goiânia, mas mora no Tocantins há muito tempo,  faz artesanato utilizando Jatobá . O artesanato é muito interessante, veja.



AdicionaGuilherme Santos resolveu usar seu talento para investir em um negócio próprio
Foto: Luana Fernanda/Especial para oTerra
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 Um pouco sobre a vida deste artesão
Após sofrer um acidente grave e ficar sem emprego, o escultor Guilherme Santos, 35 anos, resolveu usar seu talento para investir em um negócio próprio. Com esse objetivo, começou a esculpir artesanatos com matéria prima do cerrado tocantinense. Capins dourados, jatobás, buchas vegetais, talos de buritis e vargens de flamboyant começaram a ganhar novas formas e a arte foi surgindo. Com o material, o artesão esculpiu bonecos, quadros e porta canetas, os quais vieram a ser conhecidos nacionalmente.
Segundo o empresário, tudo começou quando fez telhas decorativas, e o artesanato foi bem vendido em uma feira no interior do Tocantins. A partir desse primeiro produto, pensou em criar um objeto que não iria prejudicar a natureza e lhe renderia bons lucros, assim nasceram os bonecos feitos de jatobá. "Nesse momento, eu vi que eu poderia viver da arte". Não houve investimentos financeiro, conta o artesão. Ele não dispunha de capital, somente a criatividade e a técnica aprendida em um curso de artesanato em 1992. O lucro inicial também era bastante baixo, pois seu produto ainda era desconhecido. Mas, com o tempo, o negócio cresceu e o artesanato foi descoberto pelos lojistas do Tocantins. "Eu lembro que uma peça era vendida bem barato, algo em torno de R$ 12. O que eu ganhava em cima dos produtos era pouco, mas foi satisfatório para o novo rumo que a minha vida estava ganhando".
 Atualmente, já com o negócio impulsionado, os preços das peças de artesanatos, no atacado, variam de R$ 20 a R$ 680. Segundo Santos, uma peça vendida em sua loja no valor de R$ 30 é comercializada em outros Estados por até R$ 180, em lojas e hotéis.
A matéria prima para a fabricação dos produtos é colhida uma vez por ano, no extremo norte do Tocantins, que varia de outubro a dezembro. Entre os produtos com mais destaques estão os bonecos de buriti com jatobá, que representam um pouco da história do Tocantins, além de quadros, porta chaves, bolas de sementes, porta caneta, capim dourado, pescadores, relógios e bailarinas de cabaça.
Santos já tem uma loja só de objetos fabricados por ele. O artesanato é vendido no Tocantins, outros Estados e fora do Brasil. Além disso, o artista tem ainda um quadro de sua autoria em exposição em um mosteiro nos Estados Unidos. Com a boa valorização do artesanato, hoje ele tem uma renda mensal em torno de R$ 10 mil. "Não existe matemática para falar como a minha vida mudou. Através da arte eu pude ter um bom retorno financeiro e também preservar a natureza", afirma.Mas o empreendedor não está sozinho na fabricação dos produtos.
 Ele tem a ajuda de três funcionários e também de sua esposa, Maria Valdete Barbosa Gomes, responsável pela administração da loja e comercialização do material. "O que eu resumo dessa história é que, quando você trabalha com união e amor, não tem como não dar certo, porque a gente passou muitas dificuldades juntos, mas tivemos união para tocar o negócio", resume Maria Valdete.
Para divulgar sua arte, o empresário mantém um site (http://www.maisartesanato.com.br), no endereço eletrônico ele expõe fotos dos produtos e também conta um pouco da história de fabricação dos artesanatos. "Nós pensamos no site como uma forma de divulgar melhor o material".
Comércio
A arte confeccionada por Santos é uma das apostas do lojista José Carlos.
 O empresário compra e revende o artesanato. Segundo ele, esse é o segundo artesanato mais procurado do Tocantins pelos turistas, só perde para o Capim Dourado. Segundo ele, o produto agrada quem vem de fora pelo fato de ser diferenciado no Estado, além da acessibilidade do preço. "Uma peça custa em torno de R$ 35 aqui na minha loja".
Ele destaca que os turistas gostam bastante dos bonecos que representam as profissões, como médico, pedagogo, enfermeiro e etc. "Geralmente quem ver o produto e espalha a história compra. Tem muita aceitação.
 É um produto que identifica muito bem o Tocantins, porque é uma arte totalmente orgânica e regional". Segundo o empresário, há oito anos ele comercializa o artesanato de Santos.
Entrevista Luana Fernanda.
 http://economia.terra.com.br/noticias/noticia, acesso 27.04.2013


ARTESANATO CAPIM DOURADO

Origem
O Capim dourado é uma matéria-prima exclusiva da região do Jalapão, no Tocantins, que é usada para a confecção de peças de artesanato como: pulseiras, brincos, chaveiros, bolsas, cintos, vasos e peças de decoração. O nome é dado devido à semelhança com o ouro, mas apesar de ser chamado capim, na verdade, o capim dourado (Syngonanthus nitens) pertence à família das sempre-vivas.
Tendo iniciado a tradição com os índios Xerentes, e sido passada de geração em geração, a primeira aparição do capim dourado como artesanato para um grande público foi em 1993, na primeira edição da FECOARTE (Feira de Folclore, Comidas típicas e Artesanato do Estado do Tocantins), realizada em Palmas-TO. Através do incentivo da primeira-dama do estado, Eleusa Miranda Costa, os artesãos desenvolveram um trabalho que logo foi reconhecido pelo público geral e pelas autoridades locais.
Hoje, o capim dourado é protegido por diversas leis que regulamentam a forma e a época da colheita, para que não se extinga. Ele só pode ser extraído entre 20 de Setembro e 20 de Novembro. Além disso, foi proibida a retirada do material “in natura” da região e permitido apenas que as peças já prontas para a comercialização saiam do estado, visando a sustentabilidade social, ambiental e econômica do local.
Toda essa fama adquirida, aliada às leis de proteção que cercam o capim dourado, faz jus ao seu nome e torna essa matéria-prima uma verdadeira joia artesanal e motivo de orgulho, não só para a região do Jalapão, no Tocantins, como para todo o Brasil, um país que se firma cada vez mais como uma fonte inesgotável de riquezas naturais e se destaca em todo o mundo através da aplicação artística dessas mesmas riquezas pelos talentosos e notórios artesãos brasileiros.
http://www.hak.com.br/blog/capim-dourado-o-tesouro-do-tocantins/acesso dia 27.04.2013.




Ricardo conhecendo o artesanato do Tocantins na Praça do Bosque-Palmas-TO.
 

PROJETO CONHECENDO O TOCANTINS

 Neste blog vou publicar as minhas descobertas, aprendizagens, brincadeiras, vídeos, enfim, um pouco da minha infância.

Neste bimestre eu, meus colegas e a professora Dorinha do Colégio ULBRA, estamos realizando um projeto: Conhecendo o Tocantins, no qual realizamos diversas pesquisas, uma delas foi sobre o Artesanto Tocantinense, veja o que eu aprendi.

No início eu achei que o artesanato do Tocantins, era só de Capim Dourado, mas depois eu aprendi que tem:

 Visita a Praça do Bosque - Palmas -TO, conhecendo de perto o Artesanato e os artesãos:

ARTESANATO DE MADEIRA